Selinho

Selinho

9 de julho de 2011

Mais ou menos ...



Hoje está um lindo dia de sol, o frio já não está tão forte, ou eu já me acostumei com ele. Estou em casa curtindo esse dia maravilhoso, pela manhã já fiz a minha caminhada e agora um pouquinho de internet para não perder o hábito.
Daí me deu vontade de escrever sobre algumas coisas que eu vejo acontecer a minha volta e que me intrigam. Por exemplo, relacionamentos de fachada, homens e mulheres que se submetem a ficar em uma relação por tudo, menos por amor, fico impressionada com isso, com essa facilidade de abrir mão da própria felicidade. Não me venham dizer que são felizes, sem amor ninguém é feliz. Sei também que talvez os amores sejam vividos fora do casamento, pode ser um jeito de viver, mas não acredito que leve alguém até muito longe e nem que traga muita felicidade. Felicidade mesmo vem de um amor correspondido, vem de querer estar juntos na hora de dormir e na hora de acordar, aquela saudade que sentimos quando ficamos distantes um do outro, também é boa, melhor ainda quando acontece o reencontro...
Vejo mulheres que poderiam ter homens que beijam os seus pés, vivendo relacionamentos mornos em nome do comodismo, também vejo homens que poderia ser tratados e amados como reis se submetendo a uma vida bem menos amorosa. Vejo pais e mães abrindo mão do seu papel, só para não se incomodar, afinal ter filhos é um "parto" constante que acontece várias vezes durante toda uma vida.
Que loucura que é o ser humano, não dá para entender mesmo.
Quanto a mim, desejo viver sempre com muito amor, muito mesmo, nada de coisas mais ou menos, já disse que isso me incomoda muito, já que tenho vida, quero vida inteira, completa, intensa.
Perfeita?
Claro que não, pois não há nada mais imperfeito que o amor.
É preciso lidar todos os dias com as imperfeições dos nossos amores, sejam quem forem: filhos, maridos, família, todo dia é um desafio continuar amando. É preciso decisão de amar apesar das imperfeições nossas de cada dia. Complicado? Nem tanto.
Afinal não é essa a graça da vida?

Um comentário:

  1. Lu
    Eu pensa da mesma forma com relação ao amor, devemos viver intensamente um ao lado do outro, com nossas aventuras e travessuras, quero alimentar este nosso amor para o resto da minha vida.
    Te amo muito
    Marcelo

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