Selinho

Selinho

3 de maio de 2010

Documentar


Resolvi documentar tudo o que ocorre comigo, não só neste momento mas em outros também , já pensou se a doença do alemão me pega? rsrsrs
Assim não esquecerei nada que tenha acontecido comigo, ou melhor a memória é seletiva guardarei pelo menos o que for relevante.
Tem coisas que não quero esquecer, como por exemplo, o carinho e a paciência do meu marido por mim neste momento, o olhar de amor dele tem me abastecido muito.
Não quero esquecer o carinho dos meus pais, estes tão sofridos, porém tão disponíveis sem desistir nunca de ajudar.
Não quero esquecer os conselhos da minha vó, sempre tão preocupada comigo.
Não quero esquecer a companhia dos meus filhos que tem permanecido em casa muitas vezes comigo, às vezes sem dizer nada, mas sendo presença na minha vida. "Estar com" eis uma coisa importante.
Não quero esquecer do carinho da família toda, que me visita, me liga, torce por mim, reza por mim.
Não quero esquecer da disponibilidade dos amigos que estão se doando a mim, alguns mais, outros menos, de acordo com a possibilidade de cada um, sem medida, isso tem sido muito bom.
Ontem uma amiga, me deixou uns dvds do Padre Fábio de Mello e um deles falava sobre amizade e de como é bom ser predileto de alguém.
Me sinto predileta também de Deus neste momento em que vivo da misericórdia dele, é a força que vem do alto que me abastece, sozinha já teria me entregue a depressão, mas me sinto fortalecida.
A história dos Saltimbancos acho que todos ou a maioria conhece, no final da história, tem uma música onde os quatro animais que são os personagens principais descobrem que juntos são fortes. Com as pessoas é assim também, pena que às vezes a gente não perceba.
Hoje me sinto protegida pela força do amor das pessoas que me querem bem.
Portanto acho que dá para cantar o refrão da música que é o seguinte:
Todos juntos somos fortes
Somos flecha e somos arco
Todos nós no mesmo barco
Não há nada pra temer
- Ao meu lado há um amigo
Que é preciso proteger
Todos juntos somos fortes
Não há nada pra temer


Nenhum comentário:

Postar um comentário